O PR divulgou hoje o resultado do julgamento dos deputados estaduais considerados infiéis, por terem votado em Paulo Melo (PMDB) para presidente da Assembleia Legislativa, contrariando a orientação do partido.
Como a coluna havia antecipado, as pancadas mais sérias ficaram para o ex-líder do partido na Casa Iranildo Campos e para Roberto Henriques, ex-amigo do presidente Anthony Garotinho. Para os demais, sobraram apenas palmadas.
Eis a íntegra da nota do do PR:
"A Comissão Diretora Regional do PR-RJ, com base em recomendação do Conselho de Ética, concluiu o julgamento sobre as infrações disciplinares ocorridas em sua bancada na ALERJ, que vão aqui resumidas:
1. O deputado Iranildo Campos, como já havia sido decidido, foi declarado infiel, suspenso por um ano de suas funções e prerrogativas partidárias, inclusive a de líder da bancada, não podendo, nesse período, representar o partido em qualquer instancia interna ou externa. O deputado teve essa pena agravada porque alem de não ter seguido a posição do PR na eleição da presidência da Alerj, afrontou publicamente a direção do partido, não cumpriu a pena anterior de suspensão da liderança, e tomou diversas outras atitudes que feriram o código de ética e os estatutos. O deputado teve seu recurso - contra a posição da regional - negado pela direção nacional do PR;
2. Os deputados Samuel Malafaia, Fabio Silva, Roberto Henriques, Altineu Cortes, Édino Fonseca, Samuquinha e Miguel Jeovani receberam a pena de advertência como sanção por não terem seguido a posição da direção pardidária;
3. O deputado Roberto Henriques será observado pela direção porque, mesmo depois de encerrado o atual processo disciplinar, persiste em atitudes anti-partidárias e de agressão à direção do partido, podendo ser representado novamente perante o conselho de ética.
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