terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Lupi pede as contas
Depois de ter anunciado que só deixaria o ministério abatido à bala, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, até que não deu muito trabalho para deixar o cargo. Acusado de corrupção e favorecimento a Ongs, ele resistiu durante 27 dias, afirmando que essa forma de derrubar ministro no grito “tem que acabar”. Ao ser informado de que seria demitido no domingo, tão logo Dilma chegou da Venezuela, Lupi acabou pedindo demissão sem que a presidenta, o Conselho de Ética e o PDT gastassem nenhuma bala.

Sem direito de defesa
Na carta em que pediu demissão, Carlos Lupi reclamou que sofreu perseguição política e pessoal da mídia, “sem direito de defesa e sem provas”. Alegou que a Comissão de Ética lhe condenou sumariamente, “sem lhe dar o direito de defesa”. Por causa desses fatos, ele disse ter tomado a seguinte decisão: “pedir demissão em caráter irrevogável”, escreveu Lupi na carta. Pelo último trecho escrito, ele não ficaria no posto de ministro nem se a presidenta Dilma, o Conselho de Ética e o próprio PDT lhe implorassem. 

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